segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Capítulo 1

Um gnomo piscou para Zachary Efron no momento que ele entrou na floricultura, reforçando a impressão que tivera, ao se aproximar do local, de que aquele não seria um dia como outro qualquer. Zachary parou diante da criatura que estava colocada diante da porta como se sua função fosse dar as boas-vindas aos clientes.
— Um dia maravilhoso para você — saudou o gnomo. Zachary examinou o boneco com mais atenção. Teria movimentos também? Ou apenas voz? Seria operado por controle remoto ou por meio de baterias?
— Um dia maravilhoso para você também, Yarg! — exclamou uma voz de mulher de algum lugar. Zachary olhou ao redor. Embora pequena, a floricultura era bonita e interessante. Fragrâncias exóticas impregnavam o ambiente. Fazia calor ali dentro. Ou, talvez, essa sensação se devesse ao fato de ele terem permanecido vários minutos na calçada, sob o sol de verão, enquanto a observava. Ninguém havia entrado ou saído do pequeno recinto desde que se colocara do outro lado da rua em seu posto de vigia. Havia grande probabilidade, portanto, de Vanessa Anne Hudgens, a proprietária, estar sozinha. Decidido a lhe falar, atravessou a rua. Não era um homem ansioso. Calculava cada passo antes de dá-lo. Ele estudava, analisava e planejava suas ações. Obrigou-se a recuperar o autocontrole e relaxar antes de anunciar sua presença pela sineta de latão que se encontrava sobre o balcão. Examinou-a. A haste que segurava a sineta exibia uma fadinha sorridente.
— Então? O que você acha? - Zachary tentou localizar o local de onde vinha a voz. Não conseguiu. Isso o fez pensar se a mulher o vira por trás de algum espelho especial, pois ele não tinha a menor noção de onde ela se encontrava. — Acho que isso chamará a atenção dos homens! -  Vanessa Hudgens era um tanto esquisita, Zachary pensou. Tinha certeza de que ela não estava se dirigindo a ele. Mas ninguém lhe respondia.
— Claro que chamará — ela continuou. Um súbito impulso o fez seguir para o balcão sem fazer nenhum ruído e espiar atrás da divisória. A jovem estava empurrando uma mesinha antiga de carvalho. Teve a impressão de já tê-la visto antes, o que era um absurdo. Não procurara conhecê-la antes nem sequer por fotografia, algo, aliás, que não era de seu feitio. No caso de Vanessa Hudgens, limitara-se a criá-la em sua imaginação. Não esperava, porém, que a realidade fosse superar suas expectativas. Ela o fez lembrar Bela Adormecida! Seus cabelos eram achocolatados e não loiros como os da personagem do filme de Walt Disney. A  blusa verde-clara e a calça jeans justa estavam um pouco sujas de terra. Ela deveria ter acabado de montar arranjos florais e cuidado de plantas.
— Se Tony não aparecer logo, acabarei caindo dura aqui!
— Onde deseja colocar o móvel? — Zachary perguntou, colocando-se às costas de Vanessa. Ela se virou e fitou-o com seus  misteriosos olhos castanhos. Largou a mesa e recuou um passo. Não respondeu. Olhava para ele de modo indecifrável. Estaria com medo?
— Você é... Mal posso acreditar!
— Sou Zachary Efron.
— Eu sei. Eu o vi ontem no noticiário.
Quando deu por si, Zachary estava com os olhos pousados nos lábios da jovem. Havia uma mancha de terra ao lado deles. Custou a registrar as palavras que ela lhe disse. Então, Vanessa Hudgens o conhecia? Ótimo. Isso ajudaria sua causa. Seria mais fácil conquistar sua confiança.
— Diga onde quer que eu coloque isso.
— O móvel foi desmontado. Há uma outra peça que será colocada em cima e que formará uma estante. Se quiser me ajudar, eu seguro de um lado e você do outro. - Mal terminou de falar, Zachary segurou a mesa com ambas as mãos e colocou-a no local indicado. Quando tornou a olhar para Vanessa, ela estava observando-o.
— Meu nome é Vanessa Hudgens.
Ela não estendeu a mão. Ele tomou a iniciativa. Ela hesitou por um instante. Depois esfregou a mão na calça e apertou a dele. Zachary sabia que Vanessa tinha vinte e dois anos. Mas ela era tão baixa e delicada que aparentava menos. Ele, aos trinta e três anos, sentiu-se ainda mais alto e forte em comparação. Não previra que ela pudesse conhecê-lo e se mostrar fascinada por eleja ter se exibido na televisão. Isso, talvez, pudesse complicar seus planos de lhe propor uma sociedade. Ela sorriu, mas havia tensão no gesto. Talvez constrangimento.
— Estou redecorando a loja — Vanessa explicou. — Estava querendo isso há tempos.
Há oito meses, Zachary pensou. Desde a morte de sua mãe.
— As quartas-feiras costumam ter pouco movimento. Assim mesmo, eu deveria ter esperado que meu ajudante chegasse. Mas quando dei por mim, já estava tomando algumas providências.
— O que pretende fazer que chamará a atenção dos homens? — Zachary indagou.
— Ah, você ouviu. — Ela deu um sorriso. — Bem, os homens costumam gastar mais do que as mulheres com presentes — Vanessa contou como se tivesse partilhando um segredo. — Às vezes querem algo para oferecer junto com as flores. Estou pensando em ampliar meu negócio e vender também bijuterias, perfumes e objetos de cerâmica.
Zachary cogitou se o motivo de Vanessa ter escolhido aquele exato dia para dar início à redecoração seria o término do luto ou necessidade financeira. Se sua única fonte de renda fosse aquela loja minúscula, a jovem deveria ter uma vida muito restrita.
A injustiça da situação o enfureceu. Vanessa deveria ter tudo o que quisesse. Se ela o ajudasse, ele corrigiria esse erro. Assim como corrigiria o erro que o afetara durante vinte e cinco longos anos.
— O investimento inicial será alto, e o retorno poderá ser lento — ele explicou.
Vanessa olhou para o móvel.
— Acha que precisarei dispor de muito dinheiro? — perguntou com um suspiro, algo que vinha se tornando comum nos últimos tempos.
— Estou precisando ampliar as ofertas para conquistar novos clientes e aumentar os lucros. Não posso arriscar perder nem se quer um centavo.
— Por que não discute alternativas com seu consultor?
— Farei isso — ela respondeu após um instante.
— Você não conta com um consultor, certo?
Vanessa fez um movimento negativo com a cabeça. Em seguida sorriu consigo mesma. Ninguém acreditaria quando ela contasse que Zachary Efron, o mago da informática, estivera em sua floricultura. E ele apertara sua mão!
— E com um contador? — Zachary quis saber.
— Também não. Faço tudo sozinha.
Ele era ainda mais bonito em pessoa do que nas fotos que tivera a oportunidade de ver. Os olhos azuis se destacavam no rosto bronzeado do sol da Califórnia, e os cabelos eram castanhos e brilhantes.

Resultado de imagem para zac efron gif

Aqui está a primeira parte do primeiro capítulo...
Espero que gostem!!
Peço pra quem puder divulgar agradeço desde ja :)
E como eu não sei se lembrarei de postar outro capítulo amanhã (espero que sim hahaha) ja desejo a todos um feliz natal!!! 
Beijoos 😘
E até qualquer momento...

3 comentários:

  1. Seu Blog não é um "simples Blog", é "O MELHOR BLOG SOBRE ZANESSA DO MUNDO"!Quero que saiba que a admiro muito e me orgulho ainda mais em ser sua amiga!!!Feliz Natal, minha querida IZA(Irmã de Zanessa)!!!

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  2. Meu Deus,já apaixonei por essa história
    E já quero Zanessa juntos logo,hahaha
    Super concordo com a Laura
    Amo cada fic que você posta *-*
    Posta mais,xoxo

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  3. Tal como havia falado na página, aqui estou eu hoje!

    E é o começo de uma história de amor :D
    Espero pelo próximo capítulo!

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