sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Capítulo 25: Penúltimo Capítulo

— Não pode me obrigar a cumprir uma cláusula de um contrato que assinei sem ler!
— Eu pedi para que lesse.
— Eu perguntei se havia algum termo com o qual meu advogado não concordaria. Você mencionou dinheiro, algo que nunca me interessou. Eu tinha razão, está vendo? Não existe confiança entre nós. Talvez você consiga me forçar a manter o casamento, apesar de tudo, mas saiba que não viverei sob o mesmo teto que você. Ficarei com minha família.
Zac pestanejou. Família? Ele era a família de Vanessa. E o bebê. E os outros filhos que viriam. O que precisaria fazer para que ela concordasse em continuar a seu lado? Dizer palavras de amor?
Tentou segurar-lhe a mão. Ela afastou-a.
— Você é minha — Zac insistiu. Não sabia mais o que fazer. Abraçou-a à força e beijou-a. Precisava provar quanto necessitava de Vanessa.
Após o beijo, sentiu-se o último homem sobre a face da Terra. Incapaz de fitá-la, murmurou um pedido de desculpa e retirou-se da biblioteca e da casa.
Mal podia respirar quando entrou no carro. Ligou o motor e partiu guinchando os pneus.
Pouco a pouco foi se acalmando. Não era um irresponsável. Se continuasse correndo, poderia matar alguém ou a si mesmo. Tinha um filho em quem pensar. Tinha uma esposa para reconquistar. Tinha a vida pela frente.
Quando deu por si estava diante do lago onde Vanessa o levara na semana anterior, embora parecesse fazer um século. Olhou para a água. Pela primeira vez, desde seus oito anos de idade, chorou.

Vanessa chorava no ombro do pai.
— Como pude me apaixonar por um homem como ele? - Greg foi ao encontro de Vanessa logo depois que Zac passara pela sala como um furacão e fora embora.
— Leve em consideração quanto ele sofreu, Vanessa. O suicídio do pai o marcou demais.
Vanessa parou de chorar.
— Suicídio? De que você está falando?
— Você não sabia?
— Não. Por favor, conte-me.
Greg segurou-lhe a mão e a fez sentar no sofá.
— Ao menos você sabe quem foi o pai dele?
— Não. Ele nunca fala sobre o pai.
— Ele se chamava George Knight.
— Como em Knight Star Systems?
— Sim. A empresa era dele. Não entrarei em detalhes agora, mas depois que eu assumi a companhia, George cometeu suicídio. Logo depois, Starla deixou a cidade com o filho. Ninguém mais ouviu falar sobre eles. Mais tarde, quando Zac voltou, não se apresentou com o nome Knight. Eu não imaginei que pudesse ser o filho de George. Ninguém imaginou.
Vanessa tomou uma decisão.
— Preciso vê-lo. Preciso vê-lo imediatamente. Por favor, preciso de um carro.
Ao se levantar, porém, Vanessa sentiu uma leve tontura. Greg a amparou.
— Não irá a parte alguma antes de descansar.
— Mas eu não sabia sobre o pai dele. Isso explica uma série de fatores.
— Amanhã de manhã você irá até ele.
— Eu não o deixei falar!
— Pense no bebê, Vanessa. Descanse primeiro.  - Greg estava certo. O dia fora exaustivo.
Deitou-se por fim, mas não conseguia parar de pensar. Se ao menos estivesse de posse de seu computador... Eles tinham mais facilidade de se comunicar por e-mails do que pessoalmente. Talvez devesse tentar localizá-lo por telefone. Olhou para o aparelho sobre a mesa-de-cabeceira. O sono chegou antes que ela pudesse estender a mão.
Ainda não eram cinco horas quando Vanessa acordou. Levantou-se de imediato. Não conseguiria ficar na cama nem sequer mais um minuto, mesmo que quisesse.
Desceu a escada sem fazer ruídos e foi até a cozinha. Deteve-se ao ver Luana junto à pia, servindo-se de uma xícara de café.
— Sinto muito — Vanessa murmurou. Luana ergueu a xícara.
— Quer uma?
— Não obrigada, mas aceitaria uma bolacha salgada.
— Está enjoada?
— Um pouco. Começou alguns dias atrás. Bolachas ajudam.
— Sente-se. Vou apanhar um pacote.
Luana abriu um armário e despejou as bolachas em um prato.
— Gostaria de comer mais alguma coisa?
— Não, obrigada.
— Você passou um mau pedaço.
Vanessa sentiu os olhos marejarem. Fez um movimento afirmativo com a cabeça.
— Casamento não é algo simples. Nós o imaginamos como um carrossel, mas ele é uma montanha-russa, na verdade.
Luana estava amável aquela manhã. O que significaria aquela conversa? Que ela fora aceita?
A porta se abriu naquele instante. Era Greg.
— Está tudo bem por aqui? — ele perguntou depois de olhar para Vanessa e para a esposa.
— Sente-se, Greg — Luana pediu. — Quero ter uma conversa com vocês dois.
Vanessa sentiu o enjoo aumentar.
— Pedi que Greg dormisse em outro quarto esta noite. Foi a primeira vez que dormimos separados desde que nos casamos, por um motivo que não fosse uma viagem. Greg pensou que a razão fosse você, Vanessa.
Vanessa olhou para o pai e engoliu em seco.
— Mas o problema estava em mim mesma — Luana continuou. — Eu sabia sobre você, Vanessa.
Greg empalideceu.
— Eu o amava, Greg. Tinha filhos em quem pensar. Eles ainda eram pequenos. Treze e oito anos. Não queria que crescessem sem um pai. Então me calei e fiquei esperando que voltasse para mim.
— Você sabia que eu tinha uma filha e não me contou?


Oiiiiiii.... Chegamos ao penúltimo capitulo 😭
Tadinho do Zac... 
Esses dois tem que se acertarem...
Gente como assim a Luana sabia da existência da Vanessa?? 😱
Chocada agora!
Cometem ai...
Beijooos 😘
Ate mais....

4 comentários:

  1. Eu quero saber o q vai aconteceeeeeeeer! Posta logo pfv...eu amo mt essa fic, o Zac e a Vanessa tem q ficar juntos

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  2. Eu quero saber o q vai aconteceeeeeeeer! Posta logo pfv...eu amo mt essa fic, o Zac e a Vanessa tem q ficar juntos

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  3. Aiii gente,que dó do Zac 😔 a Vanessa tem que voltar pra ele
    E cara,o Greg vai ficar fulo da vida com a Luana,nem quero ser ela
    Não acredito que já é o penúltimo capítulo
    Posta logo,xx

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  4. Você vai postar mais hj né? Pq pelo amor de Judas, Ala, Jesus, Beusebu, Maomé, Deus...Quqlr coisa que tenha no negócio mas, posta pfv

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